A indústria das apostas desportivas é bastante abrangente, sendo que as preferências variam de apostador para apostador. Em Portugal, o futebol é o “desporto rei” também no ramo das apostas desportivas por ser a modalidade que despoleta maior volume de investimento. Logo a seguir surge o ténis, um dos desportos mais queridos dos apostadores. Neste tutorial pretendemos dar-lhe a conhecer oito fatores que deve analisar na hora de efetuar as suas apostas em ténis.

Muito mais do que olhar para estatísticas de duelos anteriores, é necessário estar familiarizado com outros fatores que influenciam o decurso de jogo. As Casas de Apostas apresentam serviços para apostas ao vivo em ténis e ao longo do mesmo que surgem múltiplas oportunidades para obter lucros, nomeadamente quando um atleta tem um jogo de serviço perdido ou começa o encontro com um set de desvantagem.

Estas variações fazem com que a odd dispare, deixando uma janela de oportunidade para que sejam alcançados bons ganhos, caso o jogador que esteja em desvantagem consiga recuperar dessa situação. Para isso, é necessário saber interpretar alguns fatores que influenciam o encontro, quer antes, quer no decorrer do desafio. Vejamos…

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1. Piso

O primeiro fator que devemos ter em conta tem que ver com o piso em que vai ser disputado o torneio, dado que a maioria dos jogadores rende mais num determinado piso do que em outro. A carreira de Rafael Nadal é um bom exemplo neste sentido: praticamente invencível na terra batida, mas com mais dificuldades para manter o nível em “hard court” (ou piso duro) assim como na relva.

Quando temos em conta o pis,  também é necessário fugir um pouco à análise básica de verificar se é terra batida, piso rápido ou relva. Isto porque dentro deste género de pisos, existem alguns que são mais lentos que outros e os jogadores até costumam tecer alguns comentários nesse sentido quanto falam à comunicação social. A título de exemplo, o piso rápido do Austrália Open, primeiro Grand Slam da temporada, pode ser mais lento do que o do Open dos Estados Unidos, que é precisamente o último Grand Slam da época. Isso acaba por beneficiar jogadores com características mais defensivas, principalmente espanhóis e argentinos, em virtude daquilo que é a aprendizagem nas respetivas escolas. Já a terra batida de Madrid, por exemplo, costuma ser mais rápida que o habitual.

Foto: “Yann Caradec”

2. Momento de forma

Como provavelmente sabe, o ranking ATP ou WTA é atualizado constantemente, tendo por base os pontos conseguidos. No entanto, o ranking pode ser enganador quanto às reais capacidades de um tenista. Para compreender melhor, vamos dar-lhe um exemplo.

Imagine que nos últimos seis meses de 2021, Carlos Alcaraz ganhou alguns torneios e com isso acumulou muitos pontos. Contudo, nos primeiros meses de 2022, tem sofrido consecutivas derrotas na primeira ronda. Apesar dos desaires, continua a ter um bom ranking, pois os pontos que conseguiu no último semestre do ano passado ainda não foram descontados do seu saldo, posicionando-se assim numa posição algo enganadora. Tendo isso em conta, é preponderante analisar o momento de forma atual de cada jogador antes de apostar.

3. Confronto direto

Analisado juntamente com outros fatores, o confronto direto pode ser uma excelente ajuda para definirmos em que apostar em certos momentos do jogo. Sendo o ténis um desporto individual, os tenistas acabam por se adaptar mais facilmente a um determinado estilo de jogo do que a outro. O passado de duelos que existe entre os dois tenistas, pode dar-nos uma boa noção do que esperar desse jogo. Se é equilibrado ou não, se costuma ir a terceiro set ou se costuma ter muitas quebras de serviço.

4. Momento da temporada

Devemos também sempre ter em atenção em que momento da temporada estamos. Isto porque existem alguns jogadores que, tendencialmente, têm um pico de forma no início do ano enquanto outros melhoram a sua performance nos últimos meses. Um jogador que ganhe a maioria dos seus pontos na terra batida, irá focar-se mais para ter picos de forma nos meses de Fevereiro e Março, com os torneios na América do Sul, e de Abril a Junho, que é quando o saibro (outro nome da terra batida) volta a estar em evidência na Europa.

Quando chega o final da temporada, também devemos analisar quantos jogos já efetuou cada jogador. Isto porque mesmo alguns jogadores de nomeada acabam por pagar a fatura de terem disputados tantos jogos durante a temporada, enquanto existem outros jogadores que se apresentam mais “frescos”.

5. Serviço VS. Resposta

Com uma pequena análise ao site da ATP, podemos verificar que existem tenistas que baseiam o seu jogo no serviço, enquanto outros têm a resposta como o seu ponto forte. Este também pode ser outro ponto de partida que nos pode levar a escolher um vencedor do encontro e a conseguir bons ganhos na subida de odds.

Os melhores “devolvedores” do Circuito têm sempre grande vantagem frente a atletas que, em contra ponto, fazem do serviço a sua arma principal, pelo que se torna quase “seguro” apostar em “devolvedores” nesse tipo de jogos. Ou seja, um bom servidor normalmente não leva vantagem sobre um atleta que tenha uma boa resposta.

6. Pontos ganhos

Esta dica é extremamente valiosa para quem gosta de apostar em jogadores que estejam a perder por um set, tendo consequentemente as odds mais elevadas. Isto porque muitas vezes os favoritos ganham o primeiro parcial, mas vê-se que a vantagem acontece sem dominarem os pontos com total superioridade. Nestas situações, verifica-se que a falta de confiança e o momento de forma não são os melhores. Por isso, torna-se interessante apostar no jogador contrário, até porque a probabilidade de ele, pelo menos, conseguir equilibrar o encontro, é bastante grande.

7. Pontos perdidos

No ténis, ensina-se desde cedo que o melhor é a bola bater fora do que na rede. Isto porque ao parar a bola na rede, demonstra falta de confiança e que o gesto técnico está “preso”. Quando um jogador estiver a perder demasiados pontos neste local, significa que a sua confiança está em baixo e que não está conseguindo jogar solto, o que pode ser um bom indicador para apostar contra.

8. Queda física

Existem várias formas de perceber que o jogador está em queda física. A primeira delas é no serviço. Quando a percentagem de primeiros serviços começa a cair, principalmente porque bate na rede, significa que fisicamente ele não está tão bem, pois começa a ficar sem impulsão para ir buscar a bola no ponto mais alto. Outra das formas de verificar que a capacidade física está em baixo é quando o tenista começa a chegar atrasado à bola, acabando por cair para trás nas bolas mais fundas ou bater no aro da raquete nas bolas mais ao lado.

Durante um duelo de ténis, é possível identificar alguns fatores que podem jogar a nosso favor, conforme os exemplos acima mostrados. Trabalhe no sentido de analisar todos estes fatores antes de realizar as suas apostas em Ténis, e certamente que os seus ganhos irão subir durante esse período. Para mais informação, confira o nosso tutorial sobre apostas em ténis.

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Boas Apostas!