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Stanislas Wawrinka – Lukas Rosol (ATP Genebra)

Wawrinka estreia-se a jogar no Open de Genebra frente ao número quarenta mundial. O suíço está a jogar em casa e é a primeira vez na sua carreira que entra em competição na semana que antecede Roland Garros. Também Rosol decidiu em cima da hora participar nesta prova, o que o obrigou a passar pelo qualifying.

A vida pessoal de Stanislas Wawrinka baralhou completamente a planificação da época e o percurso em terra batida saiu particularmente afetado. A saída precoce em Monte Carlo, torneio que tinha ganho na edição anterior, e o posterior anúncio da separação criaram a necessidade para uma curta pausa. O regresso, no Masters de Madrid, não correu muito melhor. Stan voltou a tropeçar, pela segunda vez consecutiva, no mesmo obstáculo – Grigor Dimitrov – na mesma etapa da competição, a segunda ronda. As prestações eram erráticas, alternando bons desempenhos, com alheamentos comprometedores em court. Mas a participação no Internazionali d’Italia pode ter sido um ponto de viragem. Wawrinka ultrapassou as duas eliminatórias iniciais frente a Juán Mónaco (4-6, 6-3, 6-2) e Dominic Thiem (7-6, 6-4), não sem dificuldades. Mas a verdade é que quando pressionado o número nove mundial teve vislumbres do seu nível habitual e isso chegou para seguir em frente. Mais determinante foi o encontro dos quartos de final, frente a Rafa Nadal. Vencer o espanhol em terra batida, mesmo que não estando ao seu melhor, é sempre uma injeção de confiança (7-6, 6-2). E Wawrinka bem precisava dela. Para Federer ainda não estava pronto e no confronto entre helvéticos foi o mais cotado que seguiu para a final. Mas ficou a nota positiva e talvez Stan e a sua equipa tenham concluído que a energia da competição podia ser mais benéfica do que o período de descanso antes do Grand Slam de Paris. E os pontos também não fariam mal nenhum.

geneva_open300Wawrinka está em Genebra em busca do seu décimo título de carreira no circuito mundial. Sentir-se em casa, acarinhado pelo público, pode ajudar muito na preparação. E não há como ganhar partidas e conquistar um troféu para dar novo impulso à temporada.

Do outro lado do court vai estar Lukas Rosol, o número quarenta do ranking ATP. O checo podia ter beneficiado do estatuto de cabeça de série que a sua cotação lhe atribuiria mas a participação no novo torneio suíço foi uma decisão em cima do acontecimento. Assim sendo, teve que cumprir três rondas do qualifying contra adversários muito modestos – Alekseenko (835º), Rochette (459º) e Marti (313º). Na primeira ronda do Open de Genebra, Rosol teve pela frente Lu Yen-hsun e teve que se aplicar para seguir em frente. O checo entrou mal como evidencia o 1-6 do primeiro parcial e nos dois seguintes só nos tie breaks conseguiu carimbar a vantagem (1-6, 7-6, 7-5).

Nos três Masters 1000 de terra batida Lukas Rosol não foi além da ronda inaugural, caindo às mãos de Tomic (4-6, 6-2, 6-3), Tsonga (7-5, 6-3) e Chardy (7-6, 6-4), respetivamente. Em Bucareste e Munique chegou aos quartos de final, travado então sido travado por Guillermo Garcia López (6-4, 7-6) e Andy Murray (4-6, 6-3, 6-2).

Apesar de conviverem há anos o circuito mundial, Wawrinka e Rosol só se defrontaram uma vez, e no contexto da Taça Davis. Com a partida a pender para o lado do suíço.

2013 Taça Davis Wawrinka 3   6 6 6    
Rosol 0 4 3 4    

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Prognóstico Odd Casa Erro
Stanislas Wawrinka vence por 2-0 1.50 Bet365
Stanislas Wawrinka
Stanislas Wawrinka
  • País: Suíça
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Lukas Rosol
Lukas Rosol
  • País: República Checa
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Justa Barbosa
Justa Barbosa
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