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Rafael Nadal – Tomas Berdych (ATP – Madrid Open)

Mesmo com as ausências de Novak Djokovic, Roger Federer e o afastamento precoce de Stanislas Wawrinka, a Caixa Mágica, em Madrid tem proporcionado belíssimas partidas de ténis. O número um do mundo entrou determinado a sacudir as más vibrações duma temporada abaixo do que dele esperamos. E agora que as coisas começam a ficar sérias tem a hipótese de testar o seu jogo. Nos quartos-de-final do Mutua Madrid Open espera-o o sexto tenista mais cotado do ranking, Tomas Berdych, que acabou de empurrar para fora da competição Grigor Dimitrov.

Em quase dez anos de domínio absoluto em terra batida, só por duas vezes Rafa Nadal foi elimiado de dois torneios seguidos. Em 2009, derrotado por Soderling e Federer; em 2011, ambas por Djokovic. Depois de cada um destes episódios, Rafa regressou aos courts para estabelecer records de vitórias sucessivas nesta superfície: trinta e sete e vinte e duas, respetivamente. Será que vamos voltar a assistir a isso?

mutua-madridPara já ele entrou em prova, em Madrid, sem hesitações, disposto a aproveitar as ausências dos principais adversários para jogar e manter a sua vantagem pontual. Havia muita curiosidade em perceber como Nadal se iria apresentar no Manolo Santana, na sequência dos acontecimento de Monte Carlo e Barcelona. O maiorquino não defraudou ninguém. Para pesar do adversário e amigo Juan Monaco, Rafa entrou à campeão, defendendo o seu título. Em pouco mais de uma hora o argentino (56º) foi despachado, com parciais expressivos (6-1, 6-0). Seguiu-se o finlandês Jarkko Nieminen, quinquagésimo sétimo do mundo, que tinha eliminado Haase e Sijsling nas rondas anteriores. O espanhol mostrou ao que vinha desde o início, quebrando por três vezes o serviço a Nieminen e vencendo seis jogos de seguida para fechar o set a 6-1, em apenas meia-hora. O segundo parcial começou de modo idêntico e aos 3-0 parecia que Nadal se preparava para passar o rolo compressor sobre o adversário. Mas o finlandês ainda tinha uns trunfos para jogar e conseguiu equilibrar o set a 3-3. A situação esteve tremida por momentos mas assim que o líder ATP conseguiu o 5-4 já não houve volta a dar (6-4).

Antes de viajar para Madrid, Tomas Berdych jogou o Portugal Open, onde substituiu Wawrinka como primeiro cabeça-de-série. Fazendo jus ao estatuto, chegou à final do torneio mas foi surpreendido por um Carlos Berlocq em tarde inspirada. Na sua primeira exibição no Masters de Madrid, o checo dispensou o sul-africano Kevin Anderson em dois sets sem grande história (6-1, 6-4). Berdych quebrou logo o serviço do adversário, colocando-se em vantagem desde os momentos iniciais da partida. O sexto do ranking ATP continuou confortável no segundo parcial, embora o serviço de Anderson tenha evitado um marcador mais desequilibrado. Agora Berdych só tem que bater o primeiro do ranking para chegar às meias-finais do Mutua Madrid Open. Será desta?

Rafa Nadal e Tomas Berdych já andam nisto há muito tempo. Há nove anos que se defrontam com regularidade, mas a haver alguma rivalidade ela é de sentido único. O tenista mais cotado venceu dezoito das vinte e uma partidas disputadas. Curiosamente, os três resultados positivos do checo aconteceram nos encontros iniciais, o último dos quais em precisamente no Masters da capital espanhola, corria o ano de 2006, pelos parciais de 6-3 e 7-6. Cruzaram-se também os dois na relva de Wimbledon, na final de 2010, que o espanhol ganhou.

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rafael nadal
Rafael Nadal
  • País: Espanha
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tomasberdych
Tomas Berdych
  • País: República Checa
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Justa Barbosa
Justa Barbosa
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