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Kei Nishikori – Gael Monfils (ATP Masters Miami)

O “showman” Gael Monfils proporcionou ontem um bom espetáculo em Key Biscaine, com uma reviravolta que mandou para casa o búlgaro Grigor Dimitrov. Foi desta forma que o francês alcançou, pela primeira vez na sua carreira, os quartos de final do Open de Miami. Agora terá pela frente Kei Nishikori que pelo terceiro ano consecutivo chega a esta fase do Masters 1000 da Florida. O japonês desembaraçou-se com naturalidade de Bautista-Agut e ainda não perdeu um set no torneio.

Este é o terceiro ano consecutivo em que Kei Nishikori chega, pelo menos, aos quartos de final do Masters 1000 de Miami. Em 2014 foi afastado neste mesmo patamar, pelo gigante John Isner (6-4, 6-3), e no ano passado só caiu na meia-final, às mãos do número um mundial, Novak Djokovic (3-6, 7-5, 6-4).

Nesta edição o japonês radicado nos Estados Unidos teve que ultrapassar o francês Pierre-Hugues Herbert (6-2, 7-6), o ucraniano Aleksandr Dolgopolov (6-2, 6-2) e Roberto Bautista-Agut (6-2, 6-4). Como se vê, Nishikori ainda não cedeu um único set e mesmo para bater o espanhol não precisou de estar mais do que hora em meia em court. O nipónico mostrou-se satisfeito com a própria exibição, tendo conseguido manter-se agressivo e no comando dos pontos ao longo de toda a partida. Para as características físicas e de jogo de Nishikori é muito importante que tenha evitado, até esta altura, partidas que se arrastam e causam desgaste adicional.

Kei Nishokori conquistou um título esta temporada, em Memphis, batendo na final o norte-americano Taylor Fritz, octogésimo do Ranking ATP, por duplo 6-4. Chegou aos quartos de final em Brisbane, logo a abrir o ano, onde foi afastado gente da casa (Bernard Tomic 6-3, 1-6, 6-3). O mesmo patamar que atingiu nos dois torneios de maior dimensão que se jogaram em 2016: no Open da Austrália foi eliminado por Djokovic (6-3, 6-2, 6-4) e em Indian Wells o carrasco foi Rafael Nadal, também em sets diretos (6-3, 6-4).

O japonês é o sexto classificado da hierarquia e no ano corrente leva um registo de dezoito vitórias e cinco derrotas.

miami_300Gael Monfils está dez posições atrás no ranking mundial mas a sua prestação nesta temporada é muito próxima à que fez o japonês. No único Major de 2016 até agora disputado o francês ficou entre os últimos oito a cair, o mesmo acontecendo no primeiro Masters 1000 deste ano, Indian Wells. Em ambas as provas, curiosamente, o obstáculo intransponível foi o mesmo, Milos Raonic. À primeira ainda roubou um parcial ao canadiano (6-3, 3-6, 6-3, 6-4) e na segunda semana de março esteve quase a forçar um tie break, no primeiro set, mas ficou-se por aí (7-5, 6-3). À semelhança de Nishikori, também jogou uma final, em Roterdão. Mas acabou derrotado por Martin Klizan (6-7, 6-3, 6-1)

Nesta edição do Open de Miami Mongils mandou para casa Tatsuma Ito (6-3, 6-2), Pablo Cuevas (6-3, 6-4) e por fim Grigor Dimitrov (6-7, 6-3, 6-3). O búlgaro, entusiasmado por ter ultrapassado Andy Murray na ronda anterior, foi um osso mais duro de roer. Foram precisas duas horas e meia em campo para operar a reviravolta. Dimitrov venceu o primeiro set no tie break e esteve à frente no derradeiro parcial, com um break à maior. Mas Monfils conseguiu ir buscar energias para reverter a desvantagem e fechar set e encontro a seu favor (6-7, 6-3, 6-1).

2014 Halle Nishikori 2   6 3 6 R16
Monfils 1 1 6 3

Nishikori e Monfils só se cruzaram em court por uma vez, curiosamente em relva, com o nipónico a vencer por 2-1.

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Kei Nishikori
Kei Nishikori
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Gael Monfils
Gaël Monfils
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Justa Barbosa
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