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Itália – Japão (Taça das Confederações)

Jogo muito importante para o conjunto japonês, que precisa de pontuar para lutar pela presença nas meias-finais desta competição, enquanto a Itália tentará voltar a confirmar que a sua luta, no Grupo A da Taça das Confederações, é pelo topo da classificação, com o país organizador, o Brasil.

Depois de bater a seleção mexicana, a Itália terá agora pela frente o desafio de ultrapassar o Japão. Por aquilo que vimos na jornada inicial, a tarefa poderá ser mais fácil do que foi frente aos americanos. A equipa italiana é um conjunto muito organizado, com o cérebro instalado em Pirlo, jogador que joga e faz jogar todos os seus companheiros, pois é dele que irradia o ritmo e a bola na forma como deve ser jogada. De Rossi surge ao seu lado, com tarefas sobretudo defensivas, enquanto Montolivo e Marchisio pegam no jogo um passo à frente. Giaccherini surge na exploração das faixas, deixando Balotelli solto para ser a referência central da equipa. O avançado continua a misturar momentos de puro génio com outros, em que parece uma criança distraída, mas Cesare Prandelli insiste na sua utilização, até porque é um elemento que destabiliza, muitas vezes, com golos. A aposta do técnico italiano deverá passar por começar com os mesmos elementos, que lhe dão totais garantias de ficar mais perto da vitória.

Onze provável: Buffon – Abate, Barzagli, Chiellini, De Sciglio – Pirlo, De Rossi – Marchisio, Montolivo, Giaccherini – Balotelli.

Taça das Confederações 2013O Japão não foi capaz de mostrar resistência perante o Brasil, até porque começou a perder logo no início da partida, vendo assim cair por terra a ambição de enervar o conjunto canarinho. Assim sendo, os nipónicos deixaram uma imagem bastante frágil das suas capacidades, até porque tiveram sempre muita dificuldade em ultrapassar a barreira de médios-defensivos e centrais que apareceram no seu caminho. A entrada de Maeda na equipa acabou por significar o período de maior intensidade do ataque japonês, sobretudo por ser um atleta que não pensa duas vezes antes de rematar. No entanto, os resultados práticos, foram zero. O conjunto depende de Honda e Kagawa no meio-campo para poder chegar com perigo, mas frente a equipas que pressionem alto, a bola raramente chega em condições à frente, nem existem jogadores em número suficiente para fazer a diferença. Muito em jogo acabam por ficar os defesas, que perante aturado trabalho frente aos brasileiros, fizeram o que puderam para evitar a goleada. A Itália não tem tanta efusividade ofensiva, pode, até, permitir mais alguns espaços para os artistas japoneses brilharem na frente, mas os nipónicos precisam de ser bastante mais agressivos do que demonstraram frente ao Brasil.

Onze provável: Kawashima – Uchida, Yoshida, Konno, Nagatomo – Hasebe, Endo – Kagawa, Honda, Okazaki – Maeda.

As duas seleções encontraram-se apenas uma vez, num jogo amigável, tendo o resultado ficado num empate a uma bola. A curiosidade deste reencontro está, no entanto, no banco da seleção japonesa, que apresenta Alberto Zaccheroni, um técnico italiano, como timoneiro.

A Itália tem todo o favoritismo neste encontro, podendo ter mais facilidades quanto mais cedo for capaz de alcançar o golo. Barzagli, De Rossi e Balotelli poderão ser poupados caso a vantagem seja alcançada cedo, até porque um cartão amarelo a estes jogadores coloca-os fora das contas para o jogo com os canarinhos.

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  • País: Itália
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  • País: Japão
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