Menu

Grigor Dimitrov – Fabio Fognini (ATP Masters Madrid)

À segunda ronda os embates na Caixa Mágica de Madrid já começam a aquecer. O confronto entre Dimitrov e Fognini tem tudo para proporcionar uma luta interessante. O búlgaro está a tentar aproveitar a terra batida para reiniciar a temporada, que não tem estado à altura das expetativas. O italiano procura, na superfície em que se sente mais à vontade, uma certa consistência nas exibições, que lhe tem escapado até agora.

Não é que 2015 esteja a ser um mau ano para Grigor Dimitrov. Afinal, o búlgaro de vinte e três anos é o décimo primeiro tenista mais cotado do circuito profissional. Mas dadas as expetativas criadas com o desabrochar do ano anterior, está um pouco aquém do que sabemos que é capaz. Os melhores resultados conseguidos esta época, até à viragem para a terra batida, tinham sido a semifinal de Brisbane e os oitavos de final no Open da Austrália. E esses foram os torneios em que teve melhores desculpas para ser afastado, já que cruzou o percurso de Roger Federer (6-2, 6-2) e Andy Murray (6-4, 6-7, 6-3, 7-5), respetivamente. Daí em diante, até aterrar no Mónaco, não disputou mais de dois encontros por prova em que tenha estado presente. E não é que a oposição tivesse sido de elite – Ryan Harrison, em Acapulco, ou Tommy Robredo, em sintético – estariam bem dentro do seu raio de ação.

mutua_madridMas a transição para a terra batida foi auspiciosa. Nas suas primeiras partidas nesta superfície, no primeiro Masters 1000 do ciclo, Dimitrov não se limitou a chegar até aos quartos de final. Deixou pelo caminho, nesse percurso, o espanhol Fernando Verdasco (6-4, 4-6, 6-4), Fabio Fognini (6-3, 6-4) e o então detentor do troféu, o suíço Stanislas Wawrinka (6-1, 6-2). Por isso mesmo, à partida para Istambul, o búlgaro declarou que ia procurar fazer “reset” da temporada. Na prova alemã, Dimitrov foi semifinalista, tendo sido afastado pelo uruguaio Pablo Cuevas, nº 21 do ranking. Em oito encontros disputados no pó de tijolo o búlgaro cedeu dois – diante de Gael Monfils, em Monte Carlo (6-1, 6-3), e Cuevas, em Istambul (6-2, 6-4) – o que pode ser considerado um bom percurso. Mas Grigor tem muita margem de progressão.

Fabio Fognini já leva dezasseis encontros em terra batida, esta temporada, tendo vencido dez. O italiano do top-30 fez também o circuito sul-americano em fevereiro – S. Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires. Na Cidade Maravilhosa foi finalista vencido. Perdeu para David Ferrer, pelos parciais de 6-2 e 6-3, depois de ter eliminado Nadal na meia-final (1-6, 6-2, 7-5). Aliás, o seu ponto alto da temporada tem sido a capacidade para levar a melhor sobre o maiorquino, que também afastou no Open de Barcelona (6-4, 7-6), antes de ceder diante de outro espanhol, nos quartos de final, Pablo Andújar (6-1, 6-3).

O italiano está um pouco diferente esta temporada. Mais relaxado em court, sem a constante contestação a que nos habituou em anos transatos. Em contrapartida, continua muito inconstante, capaz de alternar o melhor com o pior. Na primeira ronda do Masters de Madrid mandou para casa Santiago Giraldo, em sets diretos (6-2, 6-3). Resta saber se mantém o nível.

Dimitrov leva ligeira vantagem nos confrontos com Fognini – dois para um.

2015 Monte Carlo Dimitrov 2   6 6       2R
Fognini 0 3 4      
2013 Masters de Paris Dimitrov 2   6 5 6     2R
Fognini 1 3 7 2    
2013 Sydney Fognini 2   6 6       1R
Dimitrov 0 3 1      

A Bet365 oferece-lhe 50€ de bónus para apostar neste jogo: http://bitly.com/50eurbonus

Prognóstico Odd Casa Erro
Dimitrov vence o 1º set 1.50 Bet365
Grigor Dimitrov
Grigor Dimitrov
  • País: Bulgária
  • Estádio:
  • Cidade:
  • Fundação:

Ver ficha completa

Fabio Fognini
Fabio Fognini
  • País: Itália
  • Estádio:
  • Cidade:
  • Fundação:

Ver ficha completa

Justa Barbosa
Justa Barbosa
  • Próg. realizados 1899
  • Média Odds usadas 2.21
  • Próg. certos 797
  • Próg. errados 1075
comments powered by Disqus

Últimos jogos