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A Selecção Togolesa de Futebol representa o Togo desde 1960, não conseguindo ainda alcançar qualquer titulo de relevo. Apesar de algumas participações na Taça das Nações Africanas, todas sem sucesso, os momentos mais gloriosos para o Togo foram as qualificações para os mundiais de 1994 e 2006, nesta ultima apesar de terem Emmanuel Adebayor na equipa, os  Les Eperviers não foram alem de um 30º lugar, sendo eliminados logo na fase de grupos depois de 3 derrotas, ficando esta participação marcada pela greve do treinador dos togoleses no jogo frente à Suiça, que obrigou o Togo a pagar elevadas multas à FIFA.

A selecção do Togo está também ligada a outros desastres bem fora das quatro linhas, como a morte do ministro dos desportos togoleses, e mais 20 oficiais da equipa do Togo, quando o helicóptero em que seguiam se despenhou no Aeroporto Lungi International na Serra Leoa. Tudo isto no ano de 2007, mas mais tarde, no ano de 2010, o autocarro onde seguia a equipa, que se deslocava do Togo para Angola para participar na Taça das Nações Africanas, foi alvo de um atentado terrorista tendo feito três mortos e sete feridos. Depois deste fatídico incidente, a selecção do Togo decidiu abandonar a prova, sendo por isso punida pela Confederação Africana e esta inibida de participar nas duas próximas edições da Taça das Nações Africanas. Como resultado de tudo isto, Emmanuel Adebayor, principal estrela da equipa do Togo, decidiu também abandonar a selecção alegando que se sentia horrorizado com o ataque, mas em Março de 2011 voltou a mostrar-se disponível para vestir a camisola do seu país.

Ultrapassados os dois anos de punição impostos pela Confederação Africana de Futebol, o Togo voltou a participar na Taça das Nações Africanas de 2013, tendo ultrapassado a fase de grupos em segundo lugar, com uma vitória, um empate e uma derrota, caindo nos quartos de final frente ao Burkina Faso.