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Andy Murray – Rafael Nadal (World Tour Finals)

O segundo dia de jogos para o grupo Ilie Nastase termina com o frente a frente entre Andy Murray e Rafael Nadal, os dois vitoriosos da primeira ronda. Ferrer vendeu cara a derrota mas à exceção de uns quinze minutos de alguma descontração o escocês esteve sempre no controlo da partida. Também o espanhol teve uma boa noite na O2 Arena, batendo Warrinka em sets diretos.

Com mais um triunfo Andy Murray garante que termina o ano no segundo lugar do Ranking ATP, algo que nunca tinha acontecido. Mas isso não significa que a temporada do escocês termina no domingo. Na próxima semana junta-se à seleção do Reino Unido, que irá disputar a final da Taça Davis com os belgas. Houve até que pusesse a hipótese de Murray estar disposto a sacrificar a sua prestação nas Finais do World Tour para estar na melhor forma para conquistar esse título coletivo para a Grã-Bretanha. Mas na segunda-feira o britânico desfez essa ideia, pelo modo compenetrado e determinado como enfrentou o seu duelo de estreia com David Ferrer. O veterano espanhol vendeu cara a derrota e obrigou Andy a um jogo muito desgastante, com frequentes e longas trocas de bolas. Acabou por ser o serviço a fazer pender a partida para o lado do escocês já que Ferrer só conseguiu meter quarenta e sete por cento dos primeiros serviços.

Na semana passada Murray esteve a treinar intensamente em terra batida, o piso escolhido pela Bélgica para a Taça Davis, que não é a sua preferida e onde não pratica desde o início de junho, em Roland Garros. Se mantiver a consistência com que se exibiu aso longo de 2015 o britânico é o favorito para seguir para a semifinal na posição de líder do grupo. Teoricamente, começou os duelos pelo elemento mais acessível e entra agora nos confrontos que vão decidir esse apuramento.

ATP FinalsApesar de se ter qualificado para este evento, no ano passado Rafael Nadal não pode estar presente em Londres. Em Basileia ficou claro que não era possível adiar mais a operação ao apêndice e a temporada terminou mais cedo para o menorquino. No seu regresso, na última segunda-feira, o espanhol reconheceu que lhe custou muito essa ausência forçada.

O primeiro obstáculo a ultrapassar na O2 Arena foi Stan Wawrinka. Os dois tenistas entraram nervosos nos encontro. Ambos sentiram dificuldades a arrancar com o serviço e permitiram a quebra do mesmo logo a abrir o primeiro set. Nas palavras do espanhol, que se manifestou satisfeito com o que conseguiu produzir em court, fez um mau jogo, o primeiro. Mas logo de seguida conseguiu reagir e daí em diante teve uma prestação sólida. É certo que o suíço esteve numa daquelas noites que começa mal e nunca se endireita. À medida que o encontro avançava e não encontrava o seu melhor ténis, Warinka foi evidenciando sinais de frustração, o que não ajudou. Mas não foi só demérito de Stan. Em vários momentos Rafa evidenciou o seu lado aguerrido, com movimentos muito rápidos, a tirar o tapete do adversário. Nadal conseguiu novo break ao oitavo jogo, para fazer o 5-3, e levou essa energia para o segundo parcial e mantendo o nível para fechar o encontro sem necessidade de um terceiro parcial (6-3, 6-2).

2015 Madrid – Masters Murray 2   6 6 F
Nadal 0 3 2
2015 Abu Dhabi – exh. Murray 2   6 6 SF
Nadal 0 2 0
2014 French Open Nadal 3   6 6 6 SF
Murray 0 3 2 1
2014 Rome Nadal 2   1 6 7 QF
Murray 1 6 3 5

O registo histórico continua a dar vantagem alargada a Nadal mas o britânico venceu os dois confrontos que disputaram em 2015, ambos no primeiro semestre do ano. Vai ser interessante perceber a evolução do espanhol, desde então.

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Andy Murray
Andy Murray
  • País: Inglaterra
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rafael nadal
Rafael Nadal
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Justa Barbosa
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